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Positivos voltam a crescer e somam 839

Positivos voltam a crescer e somam 839

Depois de queda no boletim anterior, a Vigilância Epidemiológica divulgou nesta quinta-feira (24) mais um boletim informativo da covid-19, e com números em alta, em São José do Rio Pardo.

De acordo com o boletim, mais 10 casos foram confirmados e agora o município está com 839 positivos, sendo que destes 742 já estão recuperados.

As notificações aumentaram de 2.160 para 2.214, o número de monitorados diminuiu 70 para 59, os negativados aumentou de 1.247 para 1.267 e aguardando resultados de exames aumentou de 84 para 108. O município está com 21 óbitos confirmados.

De acordo com o boletim, 8 pessoas estão hospitalizadas na Santa Casa de Rio Pardo, sendo três delas na UTI. De acordo com as informações, 5 pessoas estão hospitalizadas em quartos, 4 de São José do Rio Pardo e uma de Itobi. A UTI local está com 3 pacientes, sendo 2 de São José do Rio Pardo e um de Itobi. Um rio-pardense está hospitalizado em UTI de Hospital em outro município.

De acordo com o mapeamento realizado pela VE, além da Zona Rural, 37 bairros foram registrados com casos de covid-19 no município: Carlos Cassucci, Eduardo Cassucci, Centro, Buenos Aires, Portal Buenos Aires, Jardim Eunice, Jardim Santa Tereza, Vila Formosa, Vila Pereira, Domingos de Sylos, Vila Maschietto, Vale do Redentor, Jardim Aeroporto, Vila Brasil, Maria Maldonado, Parque Beira Rio, Nova Esperança, Natal Merli, Chico Xavier, Jardim São Roque, Condomínio São José, Portal Boa Vista, Santo Antônio, Colina Verde, João de Oliveira Machado, Colina São José, Jardim Santos Dumont, Santa Luzia, Agenor Taddei, Bela Vista, Bonsucesso, Isidoro Bovo, Jardim Mercedes, Jardim dos Pomares, Distrito Industrial, Jardim São Bento e Jardim São Domingos.

Fonte – facebook da Prefeitura Municipal

Confiram abaixo os dois últimos boletins da Vigilância Epidemiológica para conferências.

Matérias anteriores

Confirmado o 21º óbito no município

Depois de divulgar o boletim informativo de covid-19 no município na tarde desta quarta-feira (23), a Vigilância Epidemiológica confirmou no início desta noite, mais um óbito em São José do Rio Pardo (SP). A vítima é uma mulher de 80 anos, tinha outras comorbidades, mas com PCR positivo para covid.

A mulher estava internada na ala covid da UTI da Santa Casa e agora o município está com 21 mortes confirmadas pela doença. O Prefeito Municipal e Secretaria Municipal de Saúde se solidarizam com a família e amigos desse senhor vítima da doença.

Por G1

Vacina chinesa não teve efeitos colaterais em 94,7% dos voluntários, diz estudo

Segundo dados divulgados pelo Governo de SP, só foram percebidos efeitos adversos de grau baixo em 5,3% daqueles que foram imunizados, sendo os mais frequentes dores leves no local da aplicação (3%), fadiga (1,5%) e febre moderada (0,2%).

Por Beatriz Borges, Marina Pinhoni, Patrícia Figueiredo e Vivian Souza*, G1 SP — São Paulo


O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante coletiva de imprensa para informar as últimas novidades no combate ao coronavírus (covid-19), no Palácio dos Bandeirantes, na zona sul da capital paulista, nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2020.  — Foto: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), durante coletiva de imprensa para informar as últimas novidades no combate ao coronavírus (covid-19), no Palácio dos Bandeirantes, na zona sul da capital paulista, nesta quarta-feira, 23 de setembro de 2020. — Foto: MISTER SHADOW/ASI/ESTADÃO CONTEÚDO

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que 94,7% dos mais de 50 mil voluntários que participam de teste na China não apresentaram nenhum efeito adverso à Coronavac, vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceira com o Instituto Butantan. O dado faz parte de um estudo divulgado em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (23).

“Esses resultados comprovam que a Coronavac tem um excelente perfil de segurança e comprova também a manifestação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), indicando a Coronavac como uma das 8 mais promissoras vacinas em desenvolvimento no seu estágio final em todo o mundo”, disse Doria.

A pesquisa testou a segurança da vacina em 50.027 voluntários na China. De acordo com os dados divulgados pela gestão estadual, só foram percebidos efeitos adversos de grau baixo em 5,36% dos participantes. As reações mais frequentes foram dores leves no local da aplicação (3,08%), fadiga (1,53%) e febre moderada (0,21%). Os números foram divulgados em coletiva de imprensa.

“Os resultados dos estudos clínicos realizados na China mostraram um baixo índice de efeitos adversos e de baixa gravidade. Efeitos adversos de baixa gravidade para uma minoria de pessoas são comuns em vacinas amplamente utilizadas. A vacina da gripe, por exemplo, produzida aqui pelo Instituto Butantan, apresenta efeitos pouco nocivos como dor no local da aplicação, e não mais do que 10% dos que são vacinados apresentam reação dessa natureza”, disse o governador.

Crianças e idosos começaram a receber doses da vacina em setembro na China, mas o país só realiza testes das fases 1 e 2. Segundo o estudo, até o momento foram vacinadas 422 pessoas maiores de 60 anos no país. Também foram vacinados 552 voluntários com idade entre 3 e 17 anos.

No Brasil, que está na fase 3 de testes da CoronaVac, dos 9 mil profissionais de saúde voluntários, 5.584 já receberam a dose até o último dia 21. Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, afirma que os testes devem ser ampliados para 13 mil voluntários no país. A expansão, segundo o diretor, já foi aprovada pela Anvisa. Deverão ser incluídos nesses testes grupos considerados de risco, como idosos e crianças.

Nesta quarta-feira (23), o representante do laboratório Sinovac na América do Sul, Xing Han, participou da entrevista coletiva, acompanhado de um tradutor, e disse que daqui “um ou dois meses” os resultados finais da fase 3 devem ser divulgados.

Em estudo preliminar na China, com 24 mil voluntários, sendo 421 com mais de 60 anos, o governador João Doria disse que a resposta imunológica dos idosos submetidos aos testes da vacina ficou entre 98% e 99%. Nesta quarta-feira (23), o governador voltou a citar estudo, baseado nas fases de testes 1 e 2 na China.

“Além de segura a CoronaVac está se mostrando altamente eficiente. Na China, demostraram que a CoronaVac apresentou 98% de eficiência na imunização das pessoas que foram lá testadas”, disse Doria.

No entanto, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, reforçou que a eficácia da vacina só poderá ser comprovada após a conclusão da fase 3, que está sendo realizada aqui no Brasil.

“Além de afirmarmos que não houve efeitos adversos graves, nós ainda não temos os dados disponíveis em relação a eficácia. A eficácia será incluída uma vez que terminada a inclusão dos 9 mil voluntários com duas doses vacinais. A partir do dia 15 de outubro poderemos ter o aparecimento dos dados de eficácia que permitirá o registro da vacina na Anvisa. A Sinovac iniciou também um estudo de fase 3 na Turquia e isso vai corroborar o processo de registro dessa vacina no mundo”, afirmou.

Doria (PSDB) também afirmou nesta quarta-feira que a previsão é a de que a vacinação comece na segunda quinzena de dezembro em médicos e paramédicos.

“Deveremos por óbvio aguardar a finalização desta terceira e última fase de testagem, os seus resultados e a aprovação da Anvisa. Mas já em dezembro, na segunda quinzena, poderemos iniciar a imunização de acordo com os critérios de vacinação adotados pela Secretaria da Saúde e dentro do protocolo também do Ministério da Saúde. E os primeiros que receberam a vacina, obviamente, serão médicos e paramédicos”, disse Doria.

Promessa de vacina para a população de SP

Doria voltou afirmar nesta quarta-feira que a vacinação da população deve ir até fevereiro de 2021 e que as doses do acordo com o laboratório chinês serão suficientes para imunizar toda a população de São Paulo.

“Até 31 de dezembro teremos 46 milhões de doses da vacina Coronavac, e até 28 de fevereiro 60 milhões de doses desta vacina, o que é suficiente para a imunização de todos os brasileiros de São Paulo. Já fizemos negociações com o Ministério da Saúde para que pudessem comprar mais 40 milhões de doses desta mesma vacina para permitir a vacinação de brasileiros de outros estados. E esperamos também que com o sucesso da vacina de Oxford e de outras vacinas o governo federal possa vacinar a totalidade dos brasileiros no menor tempo possível”, disse.

Na segunda-feira (21), o governador já havia prometido que toda a população do estado vai receber a vacina contra a Covid-19 até fevereiro de 2021.

“Aos brasileiros de São Paulo, sim, garanto que teremos a vacina, a CoronaVac, para atender a totalidade da população de São Paulo, já ao final deste ano e ao longo dos dois primeiros meses de 2021, e vamos imunizá-los”, disse Doria nesta segunda.

O governador não explicou como será feita a distribuição das vacinas. O secretário da Saúde, Jean Gorinchteyn, afirmou no último dia 10 que o cronograma dos testes está sendo respeitado e a expectativa é a de que os resultados sejam enviados para a Anvisa no final de outubro. Com isso, ainda de acordo com ele, a vacina será incluída no calendário de vacinação nacional no início de janeiro.

Em julho, o governador havia dito que a vacina seria distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para milhões de brasileiros, não apenas em São Paulo.

“Nessas circunstâncias nós já poderemos iniciar a produção da vacina em dezembro e imediatamente na sequência iniciar a vacinação, com o SUS, de milhões de brasileiros, não apenas em São Paulo como também em outros estados”, declarou Doria na época.

Ao apresentar o projeto desta vacina para o Ministério da Saúde, em agosto, Dimas Covas, diretor do Butantan, também declarou que “a vacina é para brasileiros, não é para paulistas”.

“O Butantan fornece vacinas, todas as vacinas que ele produz, ao Ministério da Saúde, o Programa Nacional de Imunização, e esse é o projeto. Vamos oferecer essa vacina, esses 45 milhões de doses ao Ministério da Saúde”, disse Dimas Covas no dia 25 de agosto.

O acordo com o laboratório chinês prevê o envio de doses prontas da CoronaVac, fabricadas na China, além da transferência de tecnologia para que o Butantan possa fabricá-las em território nacional no futuro.

Até a última segunda-feira, o governo estadual afirmava que seriam 45 milhões doses ainda neste ano. Neste domingo, Doria disse, pelas redes sociais, que o total de doses será de 46 milhões apenas em 2020.

O estado de São Paulo tem cerca de 44 milhões de habitantes, segundo o IBGE. Os testes da CoronaVac em voluntários, no entanto, são feitos com duas doses da vacina por pessoa.

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