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Brasil registra 2177.712 mortes, 8.872.964 infectados e 7.709.602 milhões de pessoas recuperadas

Por G1

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta segunda-feira (25).

O país registrou 631 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 217.712 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.055, a maior desde 4 de agosto (quando foi de 1.066 mortes)A variação foi de +6% em comparação à média de 14 dias atrás, indicando tendência de estabilidade nos óbitos pela doença.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 8.872.964 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 28.364 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 51.532 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de -6% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de estabilidade nos diagnósticos.

Cinco estados estão com alta nas mortes: MG, GO, MT, AM e RR.

Brasil, 25 de janeiro

  • Total de mortes: 217.712
  • Registro de mortes em 24 horas: 631
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.055 (variação em 14 dias: +6%)
  • Total de casos confirmados: 8.872.964
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 28.364
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 51.532 por dia (variação em 14 dias: -6%)
  • 7.709.602 milhões de pessoas recuperadas

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou um boletim parcial às 13h, com 217.133 mortes e 8.850.135 casos confirmados.)

Fiocruz diz ter ‘sinalização’ de que insumo para 7,5 milhões de vacinas de Oxford será enviado ao Brasil em 8 de fevereiro

A Fiocruz divulgou em nota nesta segunda-feira (25) que há uma “sinalização” de que o primeiro lote de insumo para a fabricação de 7,5 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca seja feito em 8 de fevereiro.

Esse insumo, necessário para a fabricação do imunizante, é chamado de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA).

De acordo com a nota, ainda não há confirmação da data para a remessa da IFA, que depende de aval das autoridades chinesas para que seja exportado.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também precisa dar o aval para utilização do produto.

G1 entrou em contato com a Fiocruz, questionando qual seria o prazo para que as 7,5 milhões de doses estejam prontas, caso o IFA chegue no dia 8 de fevereiro. A Fiocruz ainda não respondeu.

Atraso

No fim de dezembro do ano passado, a Fiocruz informou que a chegada do IFA da Oxford/Astrazeneca estava prevista para o dia 9 de janeiro no Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, Zona Norte do Rio.

Dentro desse cronograma, a Fiocruz pretendia produzir 30 milhões de doses até o final de fevereiro. O G1 também questionou se há um novo prazo para a produção dessas 30 milhões de doses, mas ainda não obteve retorno.

Na nota divulgada nesta segunda, a Fiocruz afirma que há um esforço institucional para “minimizar o impacto sobre o cronograma de produção da Fiocruz com a não confirmação, até a presente data, da chegada do IFA”.

Doses adicionais

A Fundação afirma ainda que tem negociado junto ao Instituto Serum, na Índia, a remessa de doses de vacinas prontas adicionais que sejam entregues ao Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde.

“A negociação segue em andamento e ainda não há um quantitativo acertado. O processo conta com o apoio do governo da Índia e da AstraZeneca, que vem colaborando em todo o esforço de antecipação das vacinas frente às dificuldades alfandegárias para exportação do IFA na China”, diz o texto.

No último sábado (23), dia em que liberou 2 milhões de doses da vacina do Instituto Serum para distribuição no Brasil, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, agradeceu aos esforços diplomáticos do Reino Unido na tentativa de obter mais doses adicionais.

“(Agradeço ao) apoio a nossa iniciativa de buscar doses prontas da vacina enquanto pegamos esse caminho da produção aqui em Bio-Manguinhos”.

Cronograma inicial

Em dezembro do ano passado, o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Marco Krieger, previu a produção de 30 milhões de doses até o fim de fevereiro.

“Com a chegada do Ingrediente Farmacêutico Ativo [IFA] em janeiro, podemos contar com a liberação pela Fiocruz de aproximadamente 10 milhões de doses em um processo contínuo durante o mesmo mês, chegando a uma produção acumulada de aproximadamente 30 milhões de doses no final de fevereiro, continuamente liberadas em março, em um processo dinâmico de entregas”, disse ele no dia 30 de dezembro.

Fiocruz libera 2 milhões de doses da vacina de Oxford; veja quantas cada estado vai receber

Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério da Saúde liberaram a lista de doses que serão enviadas a cada estado da vacina de Oxford. Todas as regiões terão seus lotes entregues neste domingo (24).

O primeiro carregamento com 2 milhões de doses da vacina feita com a farmacêutica AstraZeneca e produzidas no Instituto Serum, na Índia, chegou ao Rio de Janeiro na noite de sexta-feira (22), depois que o governo indiano autorizou as exportações comerciais do imunizante. A carga vinda da Índia passou por um processo de análise de segurança desde a madrugada.

Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, foi dada prioridade nesse momento para o estado do Amazonas, por conta da crise acentuada que se vive em Manaus. A cidade vive um colapso no sistema de saúde por causa da pandemia de Covid-19 e receberá 100 mil doses.

Veja abaixo quantas doses da Vacina de Oxford serão enviadas a cada estado.

Vacina de Oxford: número de doses, por estado

UFDosesPopulação
São Paulo501.96046.289.333
Minas Gerais190.50021.292.666
Rio de Janeiro185.00017.366.189
Amazonas132.5004.207.714
Bahia119.50014.930.634
Rio Grande do Sul116.00011.422.973
Paraná86.50011.516.840
Pernambuco84.0009.616.621
Ceará72.5009.187.103
Goiás65.5007.113.540
Pará49.0008.690.745
Maranhão48.5007.114.598
Santa Catarina47.5007.252.502
Distrito Federal41.5003.055.149
Paraíba36.0004.039.277
Espirito Santo35.5004.064.052
Rio Grande do Norte31.5003.534.165
Alagoas27.5003.351.543
Mato Grosso24.0003.526.220
Piauí24.0003.281.480
Mato Grosso do Sul22.0002.809.394
Sergipe19.0002.318.822
Rondônia13.0001.796.460
Tocantins11.5001.590.248
Amapá6.000861.773
Acre5.500894.470
Roraima4.000631.181

Instituto Butantan entrega mais 900 mil doses da CoronaVac após nova liberação da Anvisa

Da nova leva da vacina, 200 mil doses foram entregues nesta sexta (22) para a Secretaria da Saúde de São Paulo e outras 700 mil para o governo federal. Outras 3,2 milhões de doses vão passar por inspeção no instituto antes de serem distribuídas. Governo de SP diz que vai distribuir novas doses aos municípios na próxima semana, mas não informou a data exata.


Novas doses da CoronaVac saindo do Instituto Butantan para serem distribuídas — Foto: Divulgação/ Governo SP

Novas doses da CoronaVac saindo do Instituto Butantan para serem distribuídas — Foto: Divulgação/ Governo SP

O Instituto Butantan entregou no fim da tarde desta sexta-feira (22) mais 900 mil doses da vacina CoronaVac para a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo e para o Ministério da Saúde, após a liberação do uso emergencial das doses envasadas na sede do instituto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o Instituto Butantan, 200 mil doses foram levadas ao Centro de Distribuição e Logística da Secretaria da Saúde de São Paulo e 700 mil foram entregues ao governo federal na central de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Medidas restritivas do plano de flexibilização de SP entram em vigor na segunda (25)

Medidas restritivas do plano de flexibilização de SP entram em vigor na segunda (25)

Ao todo, a Anvisa aprovou o uso de 4,1 milhões de doses da CoronaVac. No entanto, as outras 3,2 milhões de doses envasadas, rotuladas e embaladas no Butantan a partir de matéria-prima enviada da China serão liberadas e distribuídas após passarem por um processo de inspeção de controle de qualidade do instituto. O Butantan afirmou que ainda não há previsão da entrega das doses que serão inspecionadas.

A Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo informou que as novas doses serão distribuídas aos municípios a partir da próxima semana, mas não soube dizer a data exata e nem detalhar a quantidade que cada cidade irá receber.

G1 entrou em contato com o Ministério da Saúde obter detalhes da distribuição da vacina e aguarda um posicionamento.

Governador João Doria (PSDB) e funcionários do Butantan ao lado de caminhão que carrega nova leva de doses da CoronaVac, em fotografia desta sexta-feira (22) — Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

Governador João Doria (PSDB) e funcionários do Butantan ao lado de caminhão que carrega nova leva de doses da CoronaVac, em fotografia desta sexta-feira (22) — Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

Uso emergencial

Na segunda-feira (18), o Butantan fez um pedido de uso emergencial para 4,8 milhões de doses da CoronaVac envasadas no instituto, em São Paulo, o que foi aprovado pela Anvisa nesta sexta (22). No entanto, a estimativa foi corrigida pelo Butantan após processo de envase e conferência do lote, e o total de doses envasadas foi de 4,1 milhões de doses.

O cronograma firmado em contrato com o Ministério da Saúde prevê a entrega de 8,7 milhões de doses da vacina previstas até 31 de janeiro. Desse total, 6 milhões foram entregues ao longo desta última semana.

A CoronaVac é uma vacina contra Covid-19 baseada em vírus inativado e desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Butantan. Parte das doses foi entregue pela Sinovac já pronta para uso, enquanto outra parte é formulada pelo instituto em São Paulo.

Funcionário acompanha carregamento da CoronaVac antes da distribuição aos governos federal e estadual de SP — Foto: Divulgação/Governo SP

Funcionário acompanha carregamento da CoronaVac antes da distribuição aos governos federal e estadual de SP — Foto: Divulgação/Governo SP

No último domingo (17), a agência autorizou o uso emergencial dos 6 milhões de doses importadas prontas da China. Agora, está permitida também a utilização das vacinas envasadas pelo Butantan em sua fábrica, usando a matéria-prima enviada pelo laboratório chinês Sinovac. A partir desta autorização, outras doses que forem envasadas da mesma forma pelo instituto não precisam de novas liberações da Anvisa.

Em nota, o governo afirma que as demais doses envasadas, rotuladas e embaladas no Butantan a partir de matéria-prima enviada da China “serão liberadas tão logo passem pela inspeção de controle de qualidade do instituto”.

Anvisa libera doses envasadas em SP

Anvisa libera novo lote da CoronaVac para uso emergencial

Anvisa libera novo lote da CoronaVac para uso emergencial

A diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta sexta-feira (22) por unanimidade o uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

O pedido foi feito pelo Butantan na segunda-feira (18). Um primeiro lote com 6 milhões de doses da CoronaVac já tinha sido liberado no último domingo (17) para aplicação emergencial.

Essa fração chegou pronta da China e começou a ser distribuída em todo o país pelo Ministério da Saúde nesta semana. O novo pedido de autorização é para o uso emergencial de todas as doses envasadas pelo Butantan.

As doses do primeiro lote foram integralmente fabricadas na China e enviadas ao Brasil em frascos já prontos para aplicação, com uma dose por recipiente.

Já as doses aprovadas nesta sexta pela Anvisa foram feitas com a matéria-prima enviada pela Sinovac ao Butantan, que finalizou a produção e envasou a vacina em frascos contendo dez doses cada um.

Linha de produção da CoronaVac, no Instituto Butantan, em SP — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Linha de produção da CoronaVac, no Instituto Butantan, em SP — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

De acordo com a Anvisa, as dez doses devem ser aplicadas no prazo de oito horas após o recipiente ser aberto. A agência alerta para o fato de que, passadas oito horas da abertura do frasco, não é possível garantir a integridade e a pureza da vacina.

As doses em frascos fechados, que nunca foram abertos, têm, segundo a Anvisa, prazo de validade de 12 meses, de acordo com as primeiras análises.

Segundo a Anvisa, os frascos precisam ser armazenados em temperatura entre dois a oito graus, mas suportam, fora dessa temperatura, tempo suficiente para a aplicação nas pessoas.

Primeira autorização

primeira autorização da Anvisa para uso emergencial foi concedida por unanimidade no último domingo (17). A vacina Coronavac e a da Universidade de Oxford tiveram o uso emergencial aprovado contra a Covid-19.

A reunião que discutiu o tema durou cerca de cinco horas. Os diretores acompanharam o voto de Meiruze Freitas, relatora dos pedidos.

Anvisa autoriza por unanimidade uso emergencial das vacinas Coronovac e de Oxford

Anvisa autoriza por unanimidade uso emergencial das vacinas Coronovac e de Oxford

No caso da Coronavac, a diretora condicionou a aprovação à assinatura de termo de compromisso e publicação em “Diário Oficial”.

Ao proclamar o resultado, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, afirmou:

“A imunidade com a vacinação leva algum tempo para se estabelecer. Portanto, mesmo vacinado, use máscara, mantenha o distanciamento social e higienize suas mãos. Essas vacinas estão certificadas pela Anvisa, foram analisadas por nós brasileiros por um tempo, o melhor e menor tempo possível. Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certificar e quando ela estiver ao seu alcance vá e se vacine.”

Governo de SP coloca estado na fase vermelha da quarentena aos finais de semana e a partir das 20h nos dias úteis


Atualização do Plano São Paulo nesta sexta-feira (22).  — Foto: Divulgação/Governo de SP

Atualização do Plano São Paulo nesta sexta-feira (22). — Foto: Divulgação/Governo de SP

Após mais uma semana de piora nos indicadores da Covid-19 em São Paulo, a gestão João Doria (PSDB) anunciou nesta sexta-feira (22) regras mais restritivas de isolamento social, e determinou que todo o estado fique na fase vermelha do plano de flexibilização econômica aos finais de semana e feriados. Nos dias úteis, a fase vermelha valerá das 20h às 6h.

Nesta fase, só estão autorizados serviços essenciais, como padarias, mercados e farmácias. Já bares, restaurantes e comércio não podem funcionar.

A medida valerá, em todo o estado, nos finais de semana dos dias 30 e 31 janeiro e 6 e 7 de fevereiro.

Na capital, inicialmente o governo havia informado que a segunda-feira (25), por ser feriado do aniversário da cidade, contaria como fase vermelha – ou seja, mesma regra do fim de semana. No entanto, depois foi informado que, na segunda, as restrições de fase vermelha vão valer partir de 20h, como nos demais municípios.

O governo de São Paulo também anunciou nesta sexta-feira (22) o adiamento das do início das aulas da rede estadual, previsto para o dia 1º de fevereiro, e suspendeu a obrigatoriedade do retorno presencial dos alunos de todas as escolas do estado nas fases laranja e vermelha da quarentena.

Com a nova determinação, a previsão é a de que as aulas comecem no dia 8 de fevereiro. A autorização para as escolas particulares e municipais retornarem às aulas no dia 1º de fevereiro foi mantida.

O coordenador do Centro de Contingência da Covid-19, João Gabbardo, pediu para que as pessoas não esperem o decreto do governo ser oficializado para começar a tomar cuidados que possam ajudar a diminuir a transmissão da Covid-19.

“Algumas medidas poderão ser implementadas nos próximos dias adicionalmente as que estamos tomando hoje. Se os indicadores não melhorarem, se as pessoas não mudarem o seu comportamento, como por exemplo, não vamos esperar segunda-feira para começar a cumprir com as medidas hoje anunciadas”, disse Gabbardo.

G1 em 1 Minuto: Governo de SP coloca estado na fase vermelha aos finais de semana

Reclassificação

Nesta sexta, seis novas regiões do estado regrediram à fase vermelha: Franca, Presidente Prudente, Barretos, Bauru , Sorocaba, Taubaté. A região de Marília já estava nesse estágio e vai permanecer (veja, mais abaixo, a lista de classificação atualizada de todo o estado).

Além disso, com a reclassificação, cinco regiões regrediram da fase amarela à laranja (que veta funcionamento de bares): Araraquara, Baixada Santista, Campinas, Grande São Paulo e São João da Boa Vista.

No início de janeiro, o governo fez alterações nas regras de funcionamento da fase laranja, e a tornou mais permissiva.

Na coletiva, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, afirmou que bares poderão funcionar na fase laranja apenas se operarem como restaurantes. De acordo com ela, esses estabelecimentos podem funcionar nos horários dos restaurantes, caso sirvam comida para clientes que fiquem sentados.

Desde o início do ano, o governo paulista tem feito reclassificações semanais. No final de 2020, a gestão estadual chegou a colocar o estado na fase vermelha durante as festas de final de ano para tentar evitar aglomerações e, consequentemente, os riscos de contaminação.

Aúltima reclassificação do Plano São Paulo ocorreu no dia 15 de janeiro.

O Plano São Paulo prevê o rebaixamento para fases com regras mais restritivas da quarentena em regiões que apresentam grande aumento semanal de novas internações, mortes, casos ou taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Além da reclassificação, o governo de São Paulo também anunciou nesta sexta-feira (22) novas restrições para combater o avanço da pandemia. As cirurgias eletivas estão canceladas em todos os hospitais públicos e conveniados do estado e o Hospital de Campanha de Heliópolis, na capital, será reativado.

Além disso, o parâmetro de taxa de ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na fase vermelha passou de 80 para 75% e nenhuma região poderá ir as fases verde e amarela antes do dia 8 de fevereiro.

Mudanças no Plano SP

  • Parâmetro de taxa de ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) na fase vermelha passou de 80 para 75%.
  • Nenhuma região poderá ir as fases verde e amarela antes do dia 8 de fevereiro.
  • Fase vermelha do plano de flexibilização econômica aos finais de semana e feriados. Nos dias úteis, a fase vermelha valerá das 20h às 6h.

Sobrecarga

O estado de São Paulo pode esgotar sua capacidade de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em 28 dias, caso o ritmo atual de novas internações por Covid-19 se mantenha. O cálculo, feito pelo governo estadual, foi apresentado em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (22).

“Sem novas medida restritivas e com esse comportamento que nós adotamos nas últimas semanas nós vemos que nós teríamos em 28 dias, o que aconteceriam é que o estado poderia ter um esgotamento de leitos UTI Covid. Então, é isso que nós estamos evitando aqui”, disse a secretária de desenvolvimento econômico, Patrícia Ellen.

“Nós não podemos esperar para tomar novas medidas, todos nós sabemos que o que acontece hoje reflete no sistema de saúde em duas a três semanas e, por isso, essas medidas estão sendo tomadas agora. Se o comportamento de hoje se mantém, nós teríamos um risco de colapso em quatro semanas e é isso que nós estamos atuando aqui para evitar”, completou.

Mortes e casos em alta

O estado já registra média diária de mortes por Covid-19 acima de 200 há mais de 13 dias seguidos, o que não acontecia desde setembro de 2020.

Tanto os novos óbitos quanto os novos casos de coronavírus estão com tendência de alta. Na terça, SP ultrapassou a marca de 50 mil mortes provocadas pela doença.

Classificação atual no estado

Vermelha – só operam serviços essenciais

  • Marília
  • Franca
  • Presidente Prudente
  • Barretos
  • Bauru
  • Sorocaba
  • Taubaté

Laranja – bares não abrem, e demais serviços funcionam com restrições de horários e capacidade

  • Grande São Paulo
  • Araçatuba
  • Piracicaba
  • Ribeirão Preto
  • São José do Rio Preto
  • Registro
  • Araraquara
  • Baixada Santista
  • Campinas
  • São João da Boa Vista

O que funciona na Fase Laranja


(Esta fase sofreu alterações no dia 5 de janeiro e passou a ser mais permissiva.)

  • Todos os setores de comércio e serviços passam a ser permitidos. A exceção é o atendimento presencial em bares, que continua proibido.
  • Capacidade de ocupação: antes era de 20% e vai para 40% em todos os setores.
  • Funcionamento máximo: ampliado de 4 para 8 horas por dia.
  • Horário de fechamento: atendimento presencial só poderá ser feito até 20h.
  • Parques estaduais, salões de beleza e academias: poderão abrir.

O que funciona na Fase Amarela

  • A capacidade máxima passa a ser limitada a 40% de ocupação para todos os setores. Antes, o percentual variava por setor: academias podiam operar com apenas 30% da ocupação, por exemplo.
  • O atendimento presencial ao público pode ser feito apenas até as 22h, em todos os setores, exceto no setor de bares, que pode funcionar até as 20h.
  • O horário de funcionamento passa a ser limitado a 10 horas por dia para todos os setores. Antes, o horário variava por setor.

Serviços essenciais que podem funcionar na Fase Vermelha

  • Farmácias
  • Mercados
  • Padarias
  • Açougues
  • Postos de combustíveis
  • Lavanderias
  • Meios de transporte coletivo, como ônibus, trens e metrô
  • Transportadoras, oficinas de veículos
  • Atividades religiosas
  • Hotéis, pousadas e outros serviços de hotelaria.
  • Bancos
  • Pet shops

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