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A mobilização contra a dengue- Leia o editorial do Jornal Gazeta do Rio Pardo

A mobilização contra a dengue

A mobilização de agentes da saúde no centro da cidade neste sábado é um dos destaques desta edição da Gazeta do Rio Pardo, que traz também várias outras matérias e informações importantes: o surto de cinomose e gripe canina em animais no município; o Plano Diretor da cidade com prazo vencido; o reinício efetivo de atividades culturais na Casa de Cultura e Cidadania, agora sob cuidados do DEC e com previsão de atender 500 alunos; o temporal repentino que causou a queda de várias árvores nesta sexta-feira; a preparação dos clubes e do próprio DEC para o carnaval; o aniversário de 50 anos da escola João Gabriel Ribeiro; a determinação do Ministério Público para que a Prefeitura não pague o ticket aos servidores que pedem afastamento; etc.

Embora este último tema, o da possível suspensão de pagamento do ticket aos servidores que se afastam, seja mais um dos desgastantes e impopulares problemas que caem no colo do prefeito Ernani, ele não é o mais preocupante. A dengue, sim, preocupa e muito. A doença pode acometer não apenas uma categoria profissional ou um determinado segmento da sociedade, mas toda a população, indiscriminadamente. Ela é, por ironia, “democrática” em seus ataques e consequências, não poupando branco ou negro, rico ou pobre, e tendo como agente causador um minúsculo mosquito capaz de derrubar ao mais forte e alto dos seres humanos.

É evidente que a mobilização deste sábado precisa ter continuidade pois, do contrário, pode não passar de panfletagem inócua. A iniciativa, porém, é absolutamente necessária, vital, mas requer o compromisso de cada um de nós, o comprometimento de toda a população na prática já exaustivamente divulgada há anos: olhar vasos, calhas, piscinas, pneus e demais lugares nos quais há acúmulo de água. Cuidando e combatendo os criadouros do mosquito causador da doença estaremos freando a proliferação das larvas e, consequentemente, do aedes.

Não há espaço, nesse assunto, para postergar ou ficar indiferente. Todos somos responsáveis em ao menos tentar impedir que o pior aconteça na cidade e na região: a epidemia de dengue já prevista pelas autoridades da área estadual da saúde para 2019. Se cada um de nós fizer a sua parte, esse presságio não se cumprirá!

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