Plantão de Polícia Quarta-feira Dia 03/06/2020
Por Luis Fernando Benedito
Lesão Corporal
Na noite de ontem a Polícia Militar foi acionada e compareceu ao Pronto Socorro para atender a uma ocorrência de lesão corporal. No local os policiais ouviram um homem de 52 anos, morador de rua, que disse ter sido agredido por um outro homem com um golpe que acabou ferindo sua cabeça, mas não soube dizer quem foi o agressor. Foi registrado o boletim de ocorrência.
Captura de Procurado
Na madrugada de ontem a Polícia Militar realizou a prisão de um homem de 25 anos procurado pela justiça. Ele estava na estação abandonada no Bairro do Paula Lima quando foi abordado. Com ele os policiais encontraram um celular que o mesmo disse ter furtado em São Sebastião da Grama. Ao realizar pesquisa via Copom foi constatado que ele era procurado pela justiça pelos artigos 155 e 157 (furto e roubo). Ele foi conduzido à Delegacia de Polícia e depois ao plantão de flagrantes em Casa Branca onde permaneceu preso.
Receita Federal de Poços de Caldas destrói 200 mil de mercadoria pirateada
As mercadorias destruídas são impróprias para uso e geram risco para saúde da população. Hoje, 02 de junho, a Delegacia da Receita Federal em Poços de Caldas destruiu cerca de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) em mercadorias apreendidas nas operações deflagradas no sul de MG, entre elas, Operação Xangai, Caminho Certo, Sentinela, Águia de Aço, Raio X, Mandarim e Oriente. As mercadorias destruídas são impróprias para uso, inclusive podendo gerar riscos para a saúde da população. Na oportunidade, foram destruídos os seguintes itens: artigos de tabacaria, anabolizantes, CDs e DVDs, suplementos alimentares, cigarros eletrônicos, cosméticos, eletrônicos contrafeitos, ou seja, “pirateados”. Nessa destruição, destacamos uma grande quantidade de anabolizantes e produtos de tabacaria apreendidos no último ano, que têm sua comercialização proibida e são prejudiciais à saúde. Todos os itens estavam no Depósito de Mercadorias Apreendidas de Poços de Caldas. Após as operações, as mercadorias apreendidas tiveram a pena de perdimento decretada. Além disso, os responsáveis estão respondendo pelos crimes de contrabando e descaminho, uma vez que a Representação Fiscal para Fins Penais foi encaminhada para o Ministério Público Federal. Os crimes de contrabando e descaminho são definidos nos Artigos 334 “Iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada, pela saída ou pelo consumo de mercadoria” e 334-A “Importar ou exportar mercadoria proibida.” do Código Penal. Em caso de condenação, a pena prevista no Código Penal é de 1 a 4 anos de reclusão para o crime de descaminho, e de 2 a 5 anos de reclusão para o crime de contrabando. A destruição das mercadorias foi realizada seguindo as normas da legislação vigente, seguindo os requisitos ambientais. Além disso, a Delegacia da Receita Federal em Poços de Caldas adotou todas as precauções para que a destruição ocorresse com os devidos cuidados, em função da COVID-19.



Polícia Civil de São João investiga integrantes de grupo com ofensas e ameaças contra autoridades
A Polícia Civil de São João da Boa Vista está investigando integrantes de um grupo de WhatsApp suspeitos de ofender e ameaçar políticos e autoridades da cidade. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na última sexta-feira, dia 29, e o celular de um deles foi apreendido. De acordo com o delegado Eduardo Denadai Campos, a investigação começou após os policiais receberem uma denúncia da Câmara de Vereadores de que o grupo, criado para debater a flexibilização do comércio na cidade, realizava uma suposta ‘campanha do ódio’. “O grupo tem o nome ‘Comércio Unido Trabalhar’. A primeira informação que tivemos, tinha apenas um único número de telefone e, a partir daí, iniciamos a apuração da denúncia. Identificamos essa pessoa e já pedimos o mandado de busca do celular”, disse. Depois, o órgão recebeu uma denúncia do deputado estadual Luiz Fernando Teixeira, que continha uma série de cópias das mensagens trocadas pelos participantes, bem como seus números de celulares. “Embora seja um grupo, temos que entender que cada um responde individualmente. Não é pelo fato de a pessoa estar no grupo que ela está incorrendo em alguma situação de investigação. Estamos investigando aqueles que praticaram ofensas e eventuais ameaças, tentativas de burlar o decreto relacionado à pandemia, esse tipo de coisa, nada além disso”, explicou Campos. O delegado não detalhou o conteúdo das mensagens e a quem elas estavam direcionadas. Campos disse que as investigações estão em fase inicial e que segue apurando as trocas de mensagens feitas pelo grupo.
Difusora FM