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Mais 20 novos casos são registrados em São José

Mais 20 novos casos são registrados em São José


Mais 20 casos positivos foram divulgados pela Vigilância Epidemiológica no seu último boletim informativo da pandemia da Covid-19 em São José do Rio Pardo. Com isso, o montante de casos confirmados atinge 1.472 no município. Ainda, o boletim informou que há 04 pacientes internados no hospital local, sendo 03 em UTI. Além disso, há 1 paciente na UTI em outro município de nossa região.
A Prefeitura tem buscado fazer cumprir as regras para controle da pandemia. A atualização do Plano São Paulo, de reabertura econômica e flexibilização da quarentena durante a pandemia da covid-19, foi adiada para dia 08 de janeiro

Confiram abaixo os dois últimos boletins da Vigilância Epidemiológica para conferências

Por G1 São Carlos e Araraquara

Mococa

O boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura de Mococa (SP) confirmou mais um óbito causado por Covid-19 e, agora, a cidade soma 40 mortes desde o início da pandemia.

O paciente, que era funcionário público, faleceu nesta quinta-feira (7). Nas redes sociais, a prefeitura fez uma publicação prestando condolências aos familiares do homem, que chegou a ocupar a direção do Departamento de Esporte, Recreação e Lazer (Derla).

Além da morte, a cidade registrou mais 37 novos casos da doença e agora soma 2.230 positivados desde o início da pandemia.

Veja no quadro, a situação por cidade, na região de São João da Boa Vista

Pazuello anuncia contrato para compra de 100 milhões de doses de vacina do Instituto Butantan

Ministro da Saúde afirmou que acordo prevê fornecimento até abril de 46 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 e de outras 54 milhões de doses até o fim do ano.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou nesta quinta-feira (7) a assinatura de um contrato com o Instituto Butantan para o fornecimento de 100 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 — 46 milhões até abril e outras 54 milhões de doses até o fim do ano.

Segundo o ministro, toda a produção do Butantan será incorporada ao Plano Nacional de Imunização, para distribuição em todo o país. De acordo com Pazuello, o valor da dose é de pouco mais de US$ 10.

Ele deu a declaração durante entrevista coletiva convocada pelo governo para explicar a medida provisória anunciada na véspera pelo próprio ministro que prevê “medidas excepcionais” para compra de vacinas, insumos, bens e serviços de logística para a vacinação.

Mais cedo, nesta quinta, o governo de São Paulo informou que a vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, registrou 78% de eficácia nos testes clínicos feitos no Brasil.

Também nesta quinta, o Butantan enviou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o pedido de uso emergencial da CoronaVac. Segundo a Anvisa, o prazo para a análise do pedido de uso emergencial é de dez dias. A avaliação do pedido de registro definitivo é feita em até 60 dias.

Em outubro, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo federal não iria comprar a CoronaVac e que tinha mandado cancelar um protocolo de intenções firmado entre o ministério e o Butantan. “O presidente sou eu, não abro mão da minha autoridade. Até porque estaria comprando uma vacina que ninguém está interessado por ela, a não ser nós”, declarou na ocasião.

Um dia depois, Bolsonaro visitou Pazuello, e o ministro afirmou durante transmissão ao vivo em uma rede social do presidente: “Senhores, é simples assim: um manda e o outro obedece. Mas a gente tem um carinho, entendeu?”.

‘Nós só poderíamos comprar a vacina do Butantan com a MP’, explica Pazuello

‘Nós só poderíamos comprar a vacina do Butantan com a MP’, explica Pazuello

Outras vacinas

Pazuello também disse que o ministério negocia a aquisição de vacinas com laboratórios internacionais.

Segundo ele, a negociação com a Jansen preve o fornecimento de 3 milhões de doses no segundo trimestre. “Infelizmente”, disse, “só nos são oferecidas 3 milhões de doses”.

“O que nos atende é o que é fabricado no Brasil. Se não for fabricado no Brasil, as quantidades sempre serão ínfimas se comparadas com a necessidade do Brasil”, declarou.

O ministro disse que a Pfizer ofereceu 500 mil doses em janeiro, 500 em fevereiro e 2 milhões em março, abril, maio e junho. No caso da vacina da fabricante Moderna, Pazuello afirmou que a previsão de entrega de 30 milhões de doses — a US$ 37 a dose — a partir de outubro.

“Pensem se isso resolve o problema do Brasil. Toda vacina oferecida pela Pfizer no primeiro semestre vacina a metade da população da Grande Rio de Janeiro. Oito milhões de doses, quatro milhões de pessoas vacinadas”, afirmou.

Início da vacinação

Pazuello disse que a vacinação contra a Covid-19 começará entre 20 de janeiro e começo de março.

“Eu vou dar aos senhores três períodos. Primeiro período, até o dia 20 de janeiro, na melhor hipótese. Contamos aí com as vacinas do Butantan — caso a Anvisa nos dê a autorização de uso —, contamos com as vacinas importadas da AstraZeneca — caso tudo isso aconteça da maneira correta e a Anvisa nos dê a capacidade de uso. Na hipótese média, estaríamos do dia 20 de janeiro ao dia 10 de fevereiro. Contamos aí com as vacinas produzidas no Brasil, tanto no Butantan quanto na Fiocruz. E na hipótese mais alongada, a partir do dia 10 de fevereiro até o começo de março, que seria caso os registros e produção tenham quaisquer percalços”, declarou.

Após vaivém com Pazuello, Doria recebe contrato da CoronaVac assinado, diz matéria do UOL

Por UOL

O governo de São Paulo recebeu o contrato assinado pelo Ministério da Saúde para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac. A informação foi confirmada ao UOL pelo governador João Doria (PSDB) por vídeo.

“De fato, o Ministério da Saúde encaminhou agora, às 19 horas, o contrato assinado eletronicamente para a aquisição das doses da vacina do Butantan, o que sempre desejamos, aliás. Desde 20 de outubro já deveríamos ter disponilibizado este contrato”, afirmou Doria, em vídeo.


A assinatura se dá após um longo vai e vem por parte do Ministério, que já havia anunciado a compra do mesmo número de doses da CoronaVac em outubro, mas voltou atrás após desautorização pública do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Desde então, o governo paulista vem adotando uma posição de cautela. Em dezembro, após uma reunião com Pazuello, o secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, fez uma brincadeira sobre relacionamentos. Para ele, o ministério ainda estava propondo “um namoro”, mas o governo estadual queria “casar, com papel assinado”.


“Agora, o Ministério da Saúde encaminhou o contrato para o Instituto Butantan. O que nós mais desejamos é que a vacina do Butantan atenda a todo o Brasil, atenda a todos os brasileiros”, declarou Doria, que, nesta mesma tarde, anunciou a eficácia de 78% da CoronaVac junto ao presidente do instituto, Dimas Covas.

O anúncio foi feito por Pazuello em entrevista coletiva nesta tarde. Além dos 46 milhões, foram mais 54 milhões até o fim do ano, chegando a um total de 100 milhões em 2021. Logo depois, o governo publicou um extrato de dispensa de licitação, que indica intenção de compra, no DOU (Diário Oficial da União).Desconfiado após um sucessivo vai e vem federal, Doria lembrou entrevista à GloboNews que o ministério já havia voltado atrás na compra e, por isso, esperaria a assinatura.

“Não quero desmerecer o Pazuello, mas o contrato foi encaminhado essa manhã. Não foi assinado. Até porque, para ser assinado, precisa ser pelas duas partes, e não há assinatura nem do governo de São Paulo e nem do Ministério da Saúde. Até o momento temos a elaboração do contrato, mas não as assinaturas.

A nossa disposição é atender a necessidade do Plano Nacional de Vacinação”, afirmou Doria em entrevista à GloboNews.O valor de compra, segundo o Diário Oficial da União, é de R$ 2.677.200.000,00. A publicação foi assinada por dois funcionários do Ministério da Saúde: Ramon da Silva Oliveira (coordenador-geral substituto de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde) e Roberto Ferreira Dias (Diretor do Departamento de Logística em Saúde).

O Instituto Butantan divulgou uma nota, ao fim da tarde, celebrando a possibilidade do acordo. “Hoje o Brasil teve três boas notícias na área da saúde: as altas taxas de eficácia da vacina, o início do rito para obtenção registro junto à Anvisa e o anúncio da parceria entre o MS e o Butantan para fornecer o imunizante à população brasileira”, declarou o instituto.

Até a última informação, o contrato foi encaminhado à área jurídica do Butantan.

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